
A música afeta o nível de várias hormonas, inclusive o cortisol (responsável pela excitação e pelo stress), a testosterona (responsável pela agressividade e pela excitação) e a oxitocina (resposável pelo carinho), assim como as endorfinas e a serotonina (neurotransmissor que faz a comunicação entre os neurônios).
O treinamento musical favorece o desenvolvimento cognitivo, atenção, a memória, a agilidade motora, assim como cria uma experiência unidade entre linguagem, música e movimento.
Pitágoras dava à terapia pela música o nome de purificação. Sua música curativa se propunha a equilibrar as quatro funções básicas do ser humano: "pensar, sentir, perceber e intuir".
Provavelmente, o mais importante progresso na investigação científica da música, foi a descoberta de que a música é percebida através daquela parte do cérebro que recebe o estímulo das emoções, sensações e sentimentos, sem ser primeiro submetida aos centros do cérebro que envolvem a razão e a inteligência.
A música, que não depende do cérebro superior para penetrar no organismo pode estimular através do tálamo - a estação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que o estímulo seja capaz de atingir o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e se o estímulo continuar por algum tempo, um mais estreito contato entre o cérebro superior e o mundo ou realidade pode ser assim estabelecido.

Na nossa creche as crianças adoram música. Cantamos nas aulas de Orientação Musical que temos todas as semanas, cantamos também quando arrumamos os brinquedos, quado fazemos comboio, antes e depois de ouvir uma história... A música e as canções são indispensáveis no dia a dia de uma creche.
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