22 março 2009

Terapia pela música


A música afeta o nível de várias hormonas, inclusive o cortisol (responsável pela excitação e pelo stress), a testosterona (responsável pela agressividade e pela excitação) e a oxitocina (resposável pelo carinho), assim como as endorfinas e a serotonina (neurotransmissor que faz a comunicação entre os neurônios).

O treinamento musical favorece o desenvolvimento cognitivo, atenção, a memória, a agilidade motora, assim como cria uma experiência unidade entre linguagem, música e movimento.

Pitágoras dava à terapia pela música o nome de purificação. Sua música curativa se propunha a equilibrar as quatro funções básicas do ser humano: "pensar, sentir, perceber e intuir".
Provavelmente, o mais importante progresso na investigação científica da música, foi a descoberta de que a música é percebida através daquela parte do cérebro que recebe o estímulo das emoções, sensações e sentimentos, sem ser primeiro submetida aos centros do cérebro que envolvem a razão e a inteligência.

A música, que não depende do cérebro superior para penetrar no organismo pode estimular através do tálamo - a estação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que o estímulo seja capaz de atingir o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e se o estímulo continuar por algum tempo, um mais estreito contato entre o cérebro superior e o mundo ou realidade pode ser assim estabelecido.

Este mecanismo possibilita atingir mentalmente os pacientes enfermos, com os quais não se pode entrar em contato.

1 comentário:

  1. Na nossa creche as crianças adoram música. Cantamos nas aulas de Orientação Musical que temos todas as semanas, cantamos também quando arrumamos os brinquedos, quado fazemos comboio, antes e depois de ouvir uma história... A música e as canções são indispensáveis no dia a dia de uma creche.

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