Cientistas confirmaram que a música definitivamente provoca a memória, como todos nós já experimentamos, a tal ponto que nem precisamos ouvir uma música. Basta pensar nela e somos inundados pelas memórias evocadas por ela.
Também se descobriu que a música diminui a dor do parto, reduz a necessidade de anestesia durante cirurgias, deixa as pessoas mais inteligentes e diminuem a depressão.
O lóbulo temporal direito pode ser um ponto chave no cérebro para o processamento da música, já que foi descoberto por um estudo que as pessoas experimentam aumento na atividade desta região do cérebro quando se concentram na harmonia da música.Outros estudos demonstram que o lóbulo temporal, juntamente com o lóbulo frontal, é uma região chave para a compreensão de certas características musicais.
Em 2007, uma pesquisa na Alemanha indicou que a musicoterapia ajudou a melhorar as habilidades motoras de pacientes que se recuperavam de acidentes vasculares cerebrais. Entre outros efeitos encontrados, o tratamento também pode impulsionar o sistema imunológico, melhorar o foco mental, ajudar a controlar a dor, criar uma sensação de bem-estar e reduzir a ansiedade de pacientes que aguardavam cirurgia.
Em outro estudo recente da escola de enfermagem da Kaohsiung Medical University, em Taiwan, a musicoterapia reduziu a tensão psicológica de grávidas após uma avaliação com 236 mulheres.
A pesquisadora Chen Chung-Ei informou que as grávidas apresentaram significativas reduções de estresse, ansiedade e depressão depois de ouviram diariamente durante 30 minutos CDs com músicas infantis, canções de ninar, sons da natureza e músicas de compositores como Beethoven e Debussy. Os resultados foram divulgados no jornal científico Journal of Clinical Nursing.
21 março 2009
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