"A música nos tira de nossos hábitos mentais congelados e faz nossas mentes se movimentarem como habitualmente não são capazes. Quando somos envolvidos por música bem escrita, temos uma compreensão que supera a da nossa existência mundana e, em geral, está além da lembrança. Quando o som cessa, voltamos para nossas cadeiras de rodas mentais". Robert Jourdain - "Música, cérebro e êxtase"
04 agosto 2009
Imaginação
"A música nos tira de nossos hábitos mentais congelados e faz nossas mentes se movimentarem como habitualmente não são capazes. Quando somos envolvidos por música bem escrita, temos uma compreensão que supera a da nossa existência mundana e, em geral, está além da lembrança. Quando o som cessa, voltamos para nossas cadeiras de rodas mentais". Robert Jourdain - "Música, cérebro e êxtase"
26 julho 2009
A música na Gravidez
Os fetos reagem com movimentos ao ouvirem os sons que vêm do lado de fora do útero.
Da mesma forma com que eles identificam o som da voz da mãe, conseguem a música e suas variedades e reagir a estes estímulos. Por exemplo, quanto mais barulhenta a música, maior serão as reações com pontapés..
Há um consenso de que o gênero mais adequado para se ouvir durante a gravidez seja a clássica. Especula-se que sinfonias de Vivaldi e Mozart, por exemplo, sejam benéficas por agradar à mãe e ao feto. Além disso, elas ajudariam a mamãe a relaxar e a dormir, provocando também um efeito indirecto de relaxamento no bebê.
Mas atenção. Caso você queira colocar músicas para o seu bebê ouvir, não ultrapasse o período de uma hora por dia, assim como não é indicado que o som esteja em um volume alto, pois apesar do bebê estar dentro do útero, ele pode ouvir muito bem e este acto pode acabar assuntando-o.
13 julho 2009
Expressão Musical

A Expressão Musical assenta num trabalho de exploração de sons e ritmos, que a criança produz e explora espontaneamente e que vai aprendendo a identificar e a produzir, com base num trabalho sobre os diversos aspectos que caracterizam os sons:
- Intensidade (fortes e fracos)
- Altura (graves e agudos)
- Timbre (modo de produção)
- Duração (sons longos e curtos)
A expressão musical está intimamente relacionada com a educação musical que se desenvolve na educação pré-escolar, em torno de cinco eixos fundamentais:
- Escutar
- Cantar
- Dançar
- Tocar
- Criar
01 julho 2009
Frases soltas
14 abril 2009
Música no dia-a-dia
Seguindo os genes das mulheres da família (hehehe), foi diagnosticado aos 3 meses à minha filha Refluxo Gastro-Esofágico, o qual só teve melhoras por volta dos 9 meses.
O refluxo fazia com que tudo o que ela comesse ou bebesse sofresse um refluxo, do estômago até ao esófago, ou seja, uma vez que tudo o que estava no estômago subia ao esófago acompanhado dos ácidos estomacais, produzia uma inflamação nas paredes do esófago. Esta inflamação (esofagite) é a responsável pelo grande mau estar que os bebés que têm esta doença sofrem.
Existe medicação para esta doença, porém apenas se notam os efeitos a médio ou longo prazo. No caso da minha filha levou 6 meses. Entretanto o bebé tem muita dificuldade em dormir, seja durante o dia, seja durante a noite, recusa a comida pois associa o acto de comer às dores que surgem assim que o refluxo começa, não pode ser praticamente mexido durante as 2 horas seguintes à refeição, etc, etc.
Entretanto, para adormecê-la à noite, tinha de colocá-la num pano ou canguru, na posição vertical, junto ao meu corpo, e caminhar muito lentamente para não ocorrer o refluxo. Chegava a levar horas a adormecer.
A única coisa que a acalmava verdadeiramente era a música!
Quando as noites começaram a ser mais difíceis, colocava música. Música variada, desde o CD que a minha médica me deu parar ir ouvindo enquanto estava grávida até às mais diversas músicas, calmas ou menos calmas.
E o facto é que a música começou a funcionar como verdadeira terapia, que a acalmava, fazia com que os períodos de dor fossem mais curtos e distraía-a disso.
Pais, educadores, não hesitem em usar a música para acalmar os vossos filhos, seja em casos de doença, seja em casos de apenas impertinência, em todas as situações!
Estão a contribuir para o seu bem-estar geral e para o vosso também!
13 abril 2009
A Música e o Autismo
Pesquisadores vêm descobrindo que a música pode ajudar a curar de várias maneiras. Vítimas de queimaduras estimuladas a cantar quando lhe trocam as ataduras sentem menos dor. Pacientes de câncer que ouvem música e aprendem a tocar instrumentos, por exemplo, vêem os níveis de stress a decair e o sistema imunológico a fortalecer-se.
Parte do poder da música resulta da capacidade de reduzir a ansiedade - que pode comprometer as defesas imunológicas, bem como intensificar a sensação de dor. A música, em especial o canto, desvia a atenção da pessoa do sofrimento e alivia a tensão.
As experiências com crianças autistas como Adam Clark sugerem que os efeitos da música vão além, influenciando mesmo o desenvolvimento cerebral. O uso terapêutico da música parece ativar partes diferentes do cérebro, inclusive áreas associadas a controle motor, memória, emoção e fala, explica o neurocientista e músico Michel Thaut, da Universidade Estadual do Colorado.
Em seu trabalho, Thaut vem se valendo da estreita ligação entra música e movimentos para ajudar vítimas de acidente vascular cerebral, paralisia cerebral, distrofia muscular e mal de Parkinson.
Segundo o musicoterapeuta Ron Borczon, "há séculos os curandeiros usam músicas e tambores. Estamos apenas redescobrindo o que sempre souberam: a música, por meio de sua profunda repercussão sobre a mente e o corpo, pode ser uma arma poderosa para curar as pessoas".
25 março 2009
O stress emocional e a música
Aparentemente, o nosso sistema nervoso não distingue a diferença entre uma ameaça física e uma emocional.
Por isso, as mais variadas crises mentais e emocionais podem ser entendidas pelo nosso sistema nervoso como uma forma de perigo, desencadeando uma resposta.
Este mecanismo de defesa pode causar danos à nossa saúde se é constante e desnecessariamente invocado. O stress emocional prolongado pode deteriorar a nossa saúde e nos nossos dias temos as mais diversas evidências de que não estamos a lidar bem com o stress.
Calcula-se que metade das pessoas que consultam um médico apresentam sintomas cuja origem se encontra no stress psicológico.
A música tem, nestes casos, um papel irrevogável. Ao tratarmos o stress emocional, estaremos contribuindo para a cura das mais variadas doenças.
